Archive for Outubro, 2012

30 Outubro, 2012

SEMINÁRIO SOBRE AS ALIANÇAS DO PCF E DO PCI NOS ANOS SETENTA (5 DE NOVEMBRO DE 2012)

FONTE: FONDATION GABRIEL PÉRI

Dans le cadre du séminaire “Histoires croisées du Communisme italien et français” organisé en collaboration avec la fondation “Istituto Gramsci” de Rome, la dernière séance de l’année 2011-2012, portera sur

Les alliances des partis communistes italien et français dans les années soixante-dix : quelles stratégies ?

Lundi 5 novembre, à 14h30
à la Fondation Gabriel Péri,
11 rue Étienne Marcel à Pantin (93)
métro Hoche
Plan d’accès

Les différentes interventions présenteront des recherches appuyées sur des archives nouvelles avec l’ambition d’éclairer différents aspects de la stratégie nationale et internationale des deux partis communistes.

L’analyse de la stratégie du communisme européen dans la décennie des années soixante-dix est aujourd’hui une question historiographique de première importance pour comprendre l’évolution et la crise des partis communistes européens mais également pour mettre en lumière certains aspects de l’histoire globale du communisme au XXe siècle.

Programme du séminaire :

  • Serge Dandé, CHS du XXe siècle, Paris 1 Panthéon-Sorbonne : “Un programme pas si commun. La stratégie d’union de la gauche du Parti communiste français” ;
  • Michèle Di Donato, Université de Rome III : “Relations asymétriques dans la gauche européenne : Parti communiste italien et social-démocratie allemande, 1967-1976” ;
  • Gregorio Sorgonà, Université de Rome II : “La crise pétrolière dans le débat entre le PCI et le Parti socialiste italien” ;
  • Marco Di Maggio, Université de Rome I, fondation Gabriel Péri : “Regards croisés sur l’Union de la gauche et sur le Compromis historique”.

Discussion coordonnée par Serge Wolikow, directeur de la MSH de Dijon.

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22 Outubro, 2012

CORPUS DOCUMENTAL DO PCP : COMISSÃO DE SOLIDARIEDADE DE LISBOA – ALGUNS ELEMENTOS SOBRE A MARCHA DO JULGAMENTO NO PORTO (MAIO DE 1957)

CLICAR sobre a imagem para abrir o documento integral.

18 Outubro, 2012

LANÇAMENTO DO LIVRO DE JOSÉ MANUEL FERNANDES, ERA UMA VEZ A REVOLUÇÃO (LISBOA, 29 DE OUTUBRO DE 2012)

“Tinha 15 anos quando o assassinato de um estudante, Ribeiro Santos, catalisou os sentimentos difusos de revolta que eu já sentia e me levou a tornar-me primeiro num activista das associações de estudantes, logo a seguir num militante radical. Durante os anos que se seguiram dei o melhor de mim, e praticamente todo o meu tempo, à causa da revolução social e política. Até que, ao entrar na maioridade, comecei a ter dúvidas. Depois das dúvidas, veio a refutação das falsas certezas, e à passagem dos 23 anos já compreendera a fatal ilusão em que me deixara envolver. Libertei-me então da ratoeira ideológica do marxismo e dessa sua declinação extrema, o maoismo. Este livro conta a história desses oito anos. Ou, para ser mais exacto, as minhas memórias do que como vivi esse período. São naturalmente memórias pessoais, informadas pelo meu próprio olhar e apenas por ele.”

18 Outubro, 2012

COLÓQUIO BENTO DE JESUS CARAÇA (LISBOA, 25 DE OUTUBRO DE 2012)

18 Outubro, 2012

APRESENTAÇÃO DO LIVRO SETEMBRO VERMELHO, DE CÂNDIDO FERREIRA, DA EDITORA MINERVA|COIMBRA (15 DE NOVEMBRO DE 2012)

FONTE: EDITORA MINERVA

Apresentação do livro Setembro Vermelho, de Cândido Ferreira, da Editora Minerva|Coimbra

15/Nov., Qui, 18h30, Associação 25 de Abril, Lisboa 

A apresentação estará a cargo de José Matos Pereira e José Dias (dirigentes da AAC em 1969 e 1970)

Principal romance até hoje editado sobre a Crise Académica de Coimbra de 1969

«SETEMBRO VERMELHO» de CÂNDIDO FERREIRA

«Cândido Ferreira é o paradigma do homem polifacetado, que coloca em tudo aquilo que empreende o preciosismo inerente à natureza da sua formação científica.

 De prestigiado clínico de vanguarda na sua disciplina, a crónico sonhador de uma sociedade de prevalência dos mais nobres valores do humanismo, Cândido Ferreira, na sua versatilidade, tanto é, com a mesma singeleza, um exponente da arte e do coleccionismo em Portugal, como um dos mais incansáveis lutadores pelas causas da gente simples, proscrita da justiça dos ricos.
Provido de indomável caráter, modelado pela homeose com o mesmo povo que moldou Carlos de Oliveira, arquétipo do neo-realismo português, Cândido Ferreira deu os primeiros passos na literatura retratando a genuinidade de uma paisagem humana insuspeitadamente facultosa.
O talento da sua escrita – designadamente em O Senhor Comendador e A Paixão do Padre Hilário – mereceu o imediato reconhecimento de várias publicações especializadas que, reiteradamente, lhe realçaram o valor literário.
Após algum tempo dedicado a causas de caráter predominantemente artístico e humanitário, Cândido Ferreira volta agora aos escaparates, oferecendo-
-nos Setembro Vermelho.
Trata-se, mais uma vez, de um trabalho de notável qualidade literária que, desde o início, conquista o leitor de múltiplos ponto de vista: desde logo pelo deleite de uma escrita onde o rigor e a harmonia da construção textual são sabiamente temperados com o bom humor e o “suspense” da ação romanesca; depois porque esta ação serve de pretexto para fazer História de alguns factos conhecidos – mas, mais importante de que isso, também de muitos meandros ignorados ou já, simplesmente, olvidados pela voragem do tempo – de um período da vida nacional que Coimbra e os seus estudantes contribuíram decisivamente para que fosse revolvido. Àqueles que tiveram o adrego histórico de neles participar, este livro oferece uma revisitação de duros mas sápidos tempos em que a coragem não era, para a juventude portuguesa, uma palavra vã; para aqueles que os não viveram, a leitura de Setembro Vermelho – para além de ser, a espaços, uma viagem quase voluptuosa por alguns dos meandros do pensamento humano – é uma extraordinária ocasião para, neste nosso mundo dedesvalores, ressuscitar o devaneio de que, quem tem a palavra e a vontade como únicas armas, pode conseguir vergar quem detém o poder.»
Manuel Cidalino Madaleno
Professor do Ensino Superior (Letras)
18 Outubro, 2012

EXPOSIÇÃO “JORGE AMADO E O NEOREALISMO PORTUGUÊS” (VILA FRANCA DE XIRA, OUTUBRO 2012 – MARÇO 2013)

9 Outubro, 2012

COLÓQUIO INTERNACIONAL ALVES REDOL (LISBOA / VILA FRANCA DE XIRA, 7 A 10 DE NOVEMBRO)

Colóquio Internacional Alves Redol e as Ciências Sociais

        – a literatura e o real, os processos e os agentes

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